DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO – CONSOLIDADO

 

  • Ativos e Passivos

 

>> Ativo Total, Aplicações de Liquidez e Operações de Crédito

 

O ativo total consolidado posicionou-se em R$ 9,6 bilhões. Os ativos circulantes atingiram  R$ 5,8 bilhões (60,1% do ativo total, ante 55,0% em dezembro de 2018) e os passivos de curto prazo somaram R$ 2,6 bilhões, representando 44,8% do ativo circulante.

 

As aplicações interfinanceiras de liquidez e em títulos e valores mobiliários alcançaram   R$ 2,9 bilhões. Os títulos classificados na categoria títulos mantidos até o vencimento somam R$ 11,3 milhões  (R$ 15,1 milhões no consolidado), para os quais o Banco tem intenção e capacidade financeira de manter até o vencimento, nos termos da Circular Bacen nº 3.068/2001.

 

As operações de crédito posicionaram-se em R$ 5,3 bilhões. As operações classificadas nas faixas de menor risco de crédito, de “AA" até “C", representam 80,3% do total da carteira de crédito (78,9% de dezembro e 76,7% de junho de 2018). A provisão para risco de operações de crédito posicionou-se em 11,8% (12,1% de dezembro e  12,3% de junho de 2018). Informações mais detalhadas podem ser obtidas na nota explicativa nº 07.

 

Captação de Recursos

 

Os recursos existentes foram captados tanto no mercado interno quanto no externo, perfazendo o montante de R$ 7,9 bilhões, dos quais R$ 6,0 bilhões são provenientes de depósitos a prazo.

 

Quanto aos recursos provenientes do exterior, R$ 539,1 milhões estão registrados como Dívida Subordinada (captados em 2010, com vencimento em 2020), dos quais R$ 80,3 milhões utilizados na composição do Patrimônio de Referência Nível II para fins de níveis de capitalização, conforme permitido pela Resolução CMN nº 4.192/2013.

 

As captações através de Letras Financeiras alcançaram R$ 347,6 milhões. Desse total, R$ 313,0 milhões, com vencimentos no período de 2023 a 2026, estão contabilizadas na rubrica do Passivo “Instrumento de Dívida Elegíveis a Capital" de que trata a Resolução CMN nº 4.192/2013, dos quais R$ 259,3 milhões estão sendo utilizados na composição do Patrimônio de Referência Nível II; R$ 17,5 milhões são instrumentos de dívida perpétua, elegíveis a capital complementar (Nível I), sendo que R$ 10,4 milhões estão sendo utilizados como Capital Complementar.

 

  • Patrimônio Líquido e Resultado

 

O Patrimônio Líquido posicionou-se em  R$ 850,2 milhões. O Patrimônio Líquido administrado é de R$ 896,3 milhões e o Patrimônio de Referência alcançou R$ 1,0 bilhão. No semestre, não foram declarados dividendos ou juros sobre o capital próprio, em conformidade com as normas legais e disposições estatutárias em vigor.

 

 

As Receitas da Intermediação Financeira posicionaram-se em R$ 1.144,0 milhões
(R$ 1.213,9 milhões em junho de 2018, involução de 5,8%).

 

As Despesas da Intermediação Financeira somaram R$ 469,3 milhões (redução de 24,1%). Representam 41,0% das Receitas da Intermediação Financeira (50,9% de junho de 2018). Nas despesas com Operações de Captação no Mercado houve redução de 25,8%.

 

As Despesas com Provisão para Risco de Operações de Crédito posicionaram-se em R$ 230,4 milhões, redução de 19,8%, representando 20,1% da Receita da Intermediação Financeira (23,7% em junho de 2018).

 

O Resultado Bruto da Intermediação Financeira mantém trajetória de crescimento, tendo alcançado R$ 674,7 milhões, crescimento de 13,3%.

 

As Receitas de Prestação de Serviços somaram R$ 133,8 milhões (R$ 134,6 milhões em junho de 2018).

 

As Despesas de Pessoal somaram R$ 213,3 milhões (R$ 192,3 milhões de junho de 2018, evolução nominal de 10,9% nos últimos doze meses). Os dois itens de maior relevância, proventos de funcionários e encargos sociais, registraram elevação em 5,4%.

 

As Despesas Administrativas somaram R$ 297,5 milhões (R$ 271,4 milhões em junho de 2018), evolução nominal de 9,6%.

 

O Resultado Operacional alcançou o expressivo crescimento de 34,3%.

 

O Lucro Líquido posicionou-se em R$ 52,1 milhões, apresentando crescimento de 89,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.