Skip Navigation LinksResultado Econômico Financeiro

Patrimônio Líquido e Resultado

 

O Patrimônio Líquido posicionou-se em R$ 700,3 milhões. O Patrimônio Líquido Administrado é de R$ 895,2 milhões e o Patrimônio Líquido de Referência é de R$ 1,0 bilhão. O Mercantil do Brasil registrou Lucro Líquido de R$ 18,3 milhões.

As Receitas da Intermediação financeira alcançaram R$ 3,2 bilhões, queda de 12,6%. Sobressaíram-se as Receitas de Operações de Crédito, que incluem receitas com Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros, totalizando R$ 2,9 bilhões, involução de 5,0%. As Despesas da Intermediação Financeira posicionaram-se em R$ 2,0 bilhões, queda de 18,8%. Representam 62,5% das Receitas da Intermediação Financeira, ante 67,2% de igual período de 2015. As Despesas com Captação, que incluem Despesas com Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros, somam R$ 1,2 bilhão, involução de 25,9%.

As Despesas com Provisão para Risco de Operações de Crédito posicionaram-se em R$ 802,1 milhões, crescimento de 2,3%. Representam 24,9% das Receitas da Intermediação Financeira, ante 21,3% de igual período do exercício anterior.

O Resultado Bruto da Intermediação Financeira posicionou-se em R$ 1,2 bilhão, permanecendo-se estável nos últimos doze meses. Representa 37,5% das Receitas da Intermediação Financeira, contra 32,8% de igual período de 2015.

As Receitas de Prestação de Serviços alcançaram R$ 244,0 milhões, contra R$ 198,8 milhões de 2015, refletindo o significativo crescimento de R$ 45,2 milhões, resultado do esforço de reprecificação dos serviços.

As Despesas de Pessoal posicionaram-se em R$ 404,1 milhões, perante R$ 372,5 milhões de 2015, crescimento de 8,5%. Vale destacar que os dois itens de maior relevância, proventos de funcionários e encargos sociais, que somam R$ 277,7 milhões, ante R$ 261,3 milhões no ano anterior, tiveram crescimento nominal de 6,3%, idêntico à inflação no período e inferior ao índice de reajuste da categoria, denotando o efetivo ganho de produtividade obtido no exercício.

As Despesas Administrativas somam R$ 560,9 milhões, contra R$ 631,2 milhões em 2015, redução de 11,1%. Excluindo-se as despesas de originação de crédito consignado de R$ 98,9 milhões (R$ 185,9 milhões em dezembro de 2015), constata-se aumento nominal de 3,7%. Contudo, obteve-se redução em grande parte das despesas administrativas, contemplando água, energia e gás; aluguéis; amortização e depreciação; arrendamento de bens; comunicações; processamento de dados, publicações e serviços do sistema financeiro, totalizando redução de custos de R$ 5,0 milhões. De fato, um vasto conjunto de medidas adotadas visando a racionalização de despesas já se tornou cultura na Instituição e vem apresentando favoráveis resultados, haja vista a inflação de 6,3% em 2016. Informações mais detalhadas poderão ser obtidas na Nota Explicativa nº 18.3.

Compartilhar: