Skip Navigation LinksDesempenho Econômico-Financeiro Consolidado

ESTRUTURA DE ATIVOS, PASSIVOS E DE RESULTADOS - CONSOLIDADOS

Ativo Total e Operações de Crédito

 

O ativo total consolidado posicionou-se em R$ 10,1 bilhões. Os ativos circulantes atingiram R$ 5,9 bilhões, 102,3% superiores aos passivos de curto prazo.

As aplicações interfinanceiras de liquidez e em títulos e valores mobiliários alcançaram R$ 2,6 bilhões e são equivalentes a 25,7% do ativo total. Os títulos classificados na categoria títulos mantidos até o vencimento somam R$ 8,2 milhões, para os quais o Banco tem intenção e capacidade financeira de manter até o vencimento.

As operações de crédito posicionaram-se em R$ 5,9 bilhões, ante R$ 6,5 bilhões de dezembro de 2016. As operações classificadas nas faixas de menor risco de crédito, de "AA" até "C", representam 74,8% do total da carteira de crédito, ante 76,3% de dezembro de 2016. A provisão para risco de operações de crédito posicionou-se em 12,8%, ante 11,8% de dezembro do exercício anterior. Informações mais detalhadas poderão ser obtidas na nota explicativa nº 07.

 

Captação de Recursos

 

Os recursos existentes foram captados tanto no mercado interno quanto no externo, perfazendo o montante de R$ 8,5 bilhões, dos quais R$ 6,2 bilhões são provenientes de depósitos a prazo.

Quanto aos recursos provenientes do exterior, R$ 504,2 milhões estão registrados como Dívida Subordinada (captados em 2010, com vencimento em 2020), ou seja, em status de capital para fins de níveis de capitalização, conforme permitido pela Resolução CMN nº 4.192/2013.

As captações através de Letras Financeiras alcançaram R$ 362,2 milhões e incluem Letras Financeiras subordinadas contabilizadas na rubrica do Passivo “Instrumento de Dívida Elegíveis a Capital”, no montante de R$ 149,6 milhões, com vencimentos em 2023 e 2024, sendo que R$ 138,7 milhões estão homologados ao nível II do Patrimônio de Referência de que trata a Resolução CMN nº 4.192/2013.

 

PATRIMÔNIO LÍQUIDO E RESULTADO


O Patrimônio Líquido posicionou-se em R$ 762,5 milhões. O Patrimônio Líquido Administrado é de R$ 808,0 milhões e o Patrimônio Líquido de Referência é de R$ 940,1 milhões. O Lucro Líquido alcançou R$ 10,6 milhões.

As Receitas da Intermediação financeira alcançaram R$ 2,2 bilhões, queda de 10,6%. Sobressaíram-se as Receitas de Operações de Crédito, que incluem receitas com Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros (cessão de créditos), totalizando R$ 2,0 bilhões, queda de 9,9%.

As Despesas da Intermediação Financeira posicionaram-se em R$ 1,2 bilhão, queda de 19,5%. Representam 56,5% das Receitas da Intermediação Financeira, ante 62,7% de igual período de 2016. As Despesas com Captação, que incluem Despesas com Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros (cessão de crédito com coobrigação), somam R$ 655,6 milhões, involução de 30,2%.

As Despesas com Provisão para Risco de Operações de Crédito posicionaram-se em R$ 580,3 milhões, ante R$ 595,4 milhões de igual período de 2016, redução de 2,5%. Representam 26,5% das Receitas da Intermediação Financeira, ante 24,3% de igual período do exercício anterior.

O Resultado Bruto da Intermediação Financeira posicionou-se em R$ 953,5 milhões, ante R$ 913,4 milhões de igual período de 2016, crescimento de 4,4%. Representa 43,5% das Receitas da Intermediação Financeira, contra 37,3% de igual período de 2016, valendo destacar importante ganho de margem bruta nos últimos doze meses.

As Receitas de Prestação de Serviços alcançaram R$ 199,7 milhões, contra
R$ 179,4 milhões de 2016, refletindo o significativo crescimento de R$ 20,3 milhões, resultado do esforço de reprecificação dos serviços nos últimos doze meses.

As Despesas de Pessoal posicionaram-se em R$ 307,4 milhões, perante
R$ 295,6 milhões de 2016, evolução nominal de 4,0% nos últimos doze meses. Vale destacar que os dois itens de maior relevância, proventos de funcionários e encargos sociais, que somam R$ 199,2 milhões, ante R$ 195,0 milhões em igual período do ano anterior, tiveram evolução de 2,2%, bem inferior ao reajuste de 2,75% da categoria bancária em igual período, denotando importante ganho de produtividade.

As Despesas Administrativas somam R$ 487,3 milhões, contra R$ 413,8 milhões em 2016, crescimento de 17,8%. Excluindo-se as despesas de originação de crédito consignado de R$ 144,2 milhões (R$ 71,6 milhões em setembro de 2016), que contribuíram para superior margem de contribuição, constata-se evolução nominal das demais Despesas Administrativas em 0,3% nos últimos doze meses, bem inferior à inflação de 2,5% em igual período.

Destaca-se redução de custos, especialmente, nas seguintes rubricas das despesas administrativas: água, energia e gás; arrendamento de bens; comunicações; serviços de terceiros e serviços do sistema financeiro, totalizando redução de custos de R$ 11,3 milhões. De fato, um vasto conjunto de medidas adotadas visando a racionalização de despesas já se tornou cultura na Instituição e vem apresentando favoráveis resultados.

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