Skip Navigation LinksDesempenho Econômico-Financeiro Consolidado

ATIVOS E PASSIVOS - CONSOLIDADO

 

 Ativo Total, Aplicações de Liquidez e Operações de Crédito

O ativo total consolidado posicionou-se em R$ 9,7 bilhões. Os ativos circulantes atingiram R$ 5,3 bilhões, 54,8% do ativo total, ante 57,4% no ano anterior. Os passivos de curto prazo somaram R$ 2,6 bilhões, 48,4% do ativo circulante, perante 49,7% em 2016.

As aplicações interfinanceiras de liquidez e em títulos e valores mobiliários alcançaram R$ 2,2 bilhões e são equivalentes a 23,1% do ativo total. Os títulos classificados na categoria títulos mantidos até o vencimento somam R$ 8,6 milhões, para os quais o Banco tem intenção e capacidade financeira de manter até o vencimento.

As operações de crédito posicionaram-se em R$ 6,0 bilhões, ante R$ 6,5 bilhões de dezembro de 2016. As operações classificadas nas faixas de menor risco de crédito, de “AA” até “C”, representam 76,4% do total da carteira de crédito, ante 76,3% de dezembro de 2016. A provisão para risco de operações de crédito posicionou-se em 11,5%, ante 11,8% de dezembro do exercício anterior. Informações mais detalhadas poderão ser obtidas na nota explicativa nº 07.

 

Captação de Recursos

Os recursos existentes foram captados tanto no mercado interno quanto no externo, perfazendo o montante de R$ 8,1 bilhões, dos quais R$ 5,9 bilhões são provenientes de depósitos a prazo.

Quanto aos recursos provenientes do exterior, R$ 539,9 milhões estão registrados como Dívida Subordinada (captados em 2010, com vencimento em 2020), sendo que R$ 205,4 milhões estão sendo utilizados na composição do Patrimônio de Referência Nível II para fins de níveis de capitalização, conforme permitido pela Resolução CMN nº 4.192/2013.

As captações através de Letras Financeiras alcançaram R$ 429,1 milhões, incluindo Letras Financeiras subordinadas contabilizadas na rubrica do Passivo “Instrumento de Dívida Elegíveis a Capital” de que trata a Resolução CMN nº 4.192/2013, no montante de R$ 212,9 milhões, com vencimentos no período de 2023 a 2025. Desse montante, R$ 183,3 milhões estão sendo utilizados na composição do Patrimônio de Referência Nível II para fins de níveis de capitalização.

 

PATRIMÔNIO LÍQUIDO E RESULTADO


O Patrimônio Líquido posicionou-se em R$ 766,3 milhões. O Patrimônio Líquido Administrado é de R$ 810,4 milhões e o Patrimônio Líquido de Referência é de R$ 980,0 milhões. O Lucro Líquido alcançou R$ 26,2 milhões.

As Receitas da Intermediação Financeira alcançaram R$ 2,8 bilhões, queda de 12,2%. Sobressaíram as receitas de Operações de Crédito e receitas com Operações de Venda ou Transferência de Ativos Financeiros, totalizando R$ 2,5 bilhões.

As Despesas da Intermediação Financeira posicionaram-se em R$ 1,5 bilhão, queda de 24,7%. Representam 53,5% das Receitas da Intermediação Financeira, ante 62,5% de 2016. Constata-se involução de 29,9% nas despesas com Operações de Captação no Mercado e de 55,6% nas despesas com Operações de Vendas ou Transferência de Ativos Financeiros.

As Despesas com Provisão para Risco de Operações de Crédito posicionaram-se em R$ 684,3 milhões, ante R$ 802,1 milhões em 2016, redução de 14,7%. Representam 24,2% das Receitas da Intermediação Financeira, ante 24,9% do exercício anterior.

O Resultado Bruto da Intermediação Financeira posicionou-se em R$ 1,3 bilhão, ante R$ 1,2 bilhão de 2016. Representa 46,5% das Receitas da Intermediação Financeira, contra 37,5% de 2016, valendo destacar importante ganho de margem bruta nos últimos doze meses.

As Receitas de Prestação de Serviços alcançaram R$ 268,1 milhões, contra R$ 244,0 milhões de 2016, refletindo o significativo crescimento de R$ 24,1 milhões, resultado do esforço de reprecificação dos serviços nos últimos doze meses.

As Despesas de Pessoal posicionaram-se em R$ 410,8 milhões, perante R$ 404,1 milhões de 2016, evolução nominal de 1,7% nos últimos doze meses. Vale destacar que os dois itens de maior relevância, proventos de funcionários e encargos sociais, que somam R$ 265,5 milhões, ante R$ 277,7 milhões no ano anterior, tiveram queda de 4,4%, frente ao reajuste de 2,75% da categoria bancária em igual período, denotando significativo ganho de produtividade.

As Despesas Administrativas somam R$ 647,7 milhões, contra R$ 560,9 milhões em 2016, crescimento de 15,5%. Excluindo-se as despesas de originação de crédito consignado de R$ 184,6 milhões (R$ 98,9 milhões em 2016), constata-se evolução nominal das demais Despesas Administrativas em 0,3% em 2017, bem inferior a inflação de 2,95% no mesmo período.

Ainda sobre as Despesas Administrativas, constata-se redução de custo nas rubricas de arrendamento de bens, comunicações, serviços de terceiros e serviços do sistema financeiro, totalizando R$ 20,1 milhões. Informações mais detalhadas poderão ser obtidas nas Notas Explicativas nº 18.

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