Skip Navigation LinksSobre as Operações Realizadas na BM&FBovespa

​Mercado à Vista

Uma operação à vista é a compra ou venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço estabelecido em pregão. Assim, quando há a realização de um negócio, ao comprador cabe o pagamento do valor financeiro envolvido na operação e ao vendedor a entrega dos títulos-objeto da transação, nos prazos estabelecidos pela Bolsa de Valores de São Paulo até o 3º dia após a negociação. 

Título-objeto: Todas as ações de emissão de empresas admitidas à negociação na Bolsa, bem como direitos e recibos de subscrição, recibos de carteira selecionada de ações e outros ativos autorizados pela Bovespa.

Mercado de Opções

É uma modalidade de mercado na qual são negociados direitos de comprar ou de vender um determinado ativo, mediante pagamento pelo comprador (titular) ao vendedor (lançador) de um valor chamado prêmio, com preço do ativo e prazo de exercício previamente fixado.

Esse mercado foi criado com o objetivo básico de oferecer um mecanismo de proteção ao mercado à vista contra possíveis perdas. Uma vez que os preços e retornos dos ativos estão sujeitos a flutuações imprevisíveis.

Mercado a Termo

Uma operação a termo é  a compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado, a contar da data da operação em pregão, resultando em um contrato entre as partes que possui garantias.

Preço fixado: O preço a termo de uma ação resulta da adição, ao valor cotado no mercado à vista, de uma parcela correspondente aos juros - que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato.

Prazo: O prazo do contrato a termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo ao prazo mínimo de 12 dias úteis e máximos de 999 dias corridos. 

Garantias: Toda transação a termo requer um depósito de garantia na sociedade corretora, e desta na CBLC. Qualquer corretora pode pedir a seus clientes garantias adicionais àquelas exigidas pela CBLC.

Fundos de Investimento Imobiliário (FII)

Os fundos de investimento imobiliário são a comunhão de recursos destinados à aplicação em empreendimentos imobiliários, podendo estes empreendimentos se tratarem de construção e aquisição de imóveis para fins como locação ou arrendamento. É permitido ainda aos FII’s o investimento dos recursos levantados em títulos e valores mobiliários que tenham relação a negócios imobiliários, tais como letras de crédito imobiliário, certificados de recebíveis imobiliários, certificados de potencial adicional da construção etc. Como tratam-se de cotas não resgatáveis, estas são necessariamente negociadas em bolsa de valores ou balcão organizado. A remuneração das cotas tem por base o desempenho do empreendimento. Muitos fundos possuem rendimentos mensais, porém não podem ser considerados como renda fixa devido aos riscos do empreendimento e pelo valor das cotas oscilarem devido à negociação em mercado aberto.

Vantagens: Permite o investimento mesmo de pequeno valores em imóveis de qualidade, trazendo a segurança da aquisição de imóveis, com a praticidade e liquidez do mercado acionário. Possibilita ainda a aplicação em diversos tipos de imóveis e ainda isenta o investidor dos custos com taxas e manutenção de imóveis. Para investidores pessoas físicas há ainda a isenção do IR sobre o dividendo recebido.

Tipos: Salas comerciais, shoppings, industriais, galpões, hotéis, agências bancárias etc.

Retorno: Além da possibilidade da valorização da cota, mensalmente há a distribuição dos dividendos referentes a alugueis e comercialização de imóveis pertencentes ao fundo.

Fundos de Índices (Exchange Traded Funds - ETF)

Os fundos de índice ou mundialmente conhecidos como ETF’s, tratam-se de fundos que buscam alcançar a mesma rentabilidade de um índice de referência, ou sejam, espelham os seus investimentos em ações com as mesmas proporções que compõem o índice. Suas cotas são negociadas como ações em bolsa, e permitem ao investidor aplicar recursos em quaisquer quantidades em uma carteira diversificada, diminuindo seu risco e se ausentando da gestão dos papeis que compõem seu portfólio. 

IPO – Lançamento de Ações

São empresas que estão abrindo capital vendendo suas ações na bolsa de valores.

Para participar dos IPO's, é necessário fazer a reserva de acordo com o cronograma do lançamento divulgado em nosso site. Basta ligar para o seu assessor/ operador ou para o atendimento ao cliente e fazer a reserva. É necessário ter o valor da reserva em conta- corrente. Ações não são aceitas como garantia para a reserva.

​Riscos 

Risco pode ser definido como a probabilidade da ocorrência de um fato que destoe o retorno do investimento do seu retorno esperado, tanto para mais quanto para menos, porém o risco levado em conta, trata-se do risco do retorno ser menor que o esperado. Tal possibilidade influencia diretamente no investimento, ou seja, quanto maior o retorno, maior o risco desta aplicação. Tipos de risco:

Risco de Mercado: Trata-se do risco inerente ao desempenho da aplicação, normalmente comparado a um índice ou mesmo pela variação do valor do investimento. É o risco associado ao movimentos dos preços, taxas de juros e câmbio. Em poucas palavras refere-se a volatilidade dos preços.

Risco de Liquidez: Tal risco está associado com a facilidade de se converter o ativo em dinheiro, ou mesmo pela incapacidade de desembolso financeiro por falta de recursos disponíveis. Refere-se a necessidade de reduzir muito o preço de um ativo para obter um comprador. Definindo-se como a facilidade de vender um ativo.​

Risco de Crédito: Está relacionado a possibilidade do não pagamento de um dívida, seja por vontade ou por não capacidade de honrar os compromissos assumidos.

Risco Operacional: É o risco da possibilidade de falhas humanas, de processos ou de sistemas, seja por erros, acidentes, regulamentação ou modelo de mercado, acarretando em perdas no investimento.

Minimização de Risco: O risco em um investimento pode ainda ser dividido em risco sistemático e não sistemático, o primeiro se refere ao risco conjuntural que pode afetar todos os ativos em uma economia, o segundo trata-se do risco que afeta somente o ativo em questão ou somente os ativos similares. A minimização de risco trata-se diminuição ou mesmo eliminação do risco não sistemático através da diversificação da carteira, ou seja, da aplicação em distintos ativos de diferentes modelos, pois assim, a perda de um poderá ser compensada pelo outro.

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